quinta-feira, 5 de julho de 2012
Aqui jaz um blog
Falta tempo e motivação pra continuar escrevendo, mas fica aqui a história publicada pra quem estiver pesquisando sobre imigração, e pra nós mesmos lembrarmos dos nossos passos até aqui. Tenho certeza de que o blog atingiu os seus propósitos, a julgar pela quantidade de perguntas que recebi dos leitores nesses últimos anos. Fico feliz.
Mais do que isso, foi da interação com outros blogueiros imigrantes que nasceram as grandes amizades que fizemos aqui. Não dá pra imaginar como seria a nossa vida aqui sem os amigos que conhecemos por intermédio, de alguma forma, deste nosso blog - e do interesse recíproco de compartilhar, viver juntos as emoções e os desafios dessa caminhada louca que é imigrar.
Quero também agradecer a contribuição de todos que deixaram seus comentários aqui no blog.
Além de contribuir com informações e oportunizar novos contatos, os comentário foram certamente o amior incentivo para escrever - afinal de contas, é sinal de que está sendo lido! Valeu mesmo.
É isso aí minha gente... THE END.
Vida que segue!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Vale a pena ler
É o depoimento de um neozelandês vivendo no Brasil, com as impressões dele sobre o país.
http://www.nossavidananovazelandia.blogspot.com.br/2012/01/o-brasil-por-um-neozelandes-living-in.html
domingo, 25 de março de 2012
Mudanças à vista no processo federal de imigração
Na semana passada, curiosamente, recebi emails de 5 pessoas diferentes que chegaram até esse blog procurando informações sobre imigração para o Canadá. Deve ter rolado alguma reportagem no Brasil sobre o tema recentemente...
Desde que chegamos aqui, muito se fala na mídia e na comunidade sobre as deficiências do sistema de imigração canadense. É aquela velha estória: o processo é muito demorado; muitos imigrantes com alta qualificação acabam sub-empregados; um contingente de novos imigrantes ao invés de gerar riqueza acaba virando um bolsão de pobreza, com todas as dificuldades de se integrarem ao mercado de trabalho e à sociedade de modo geral.
As críticas de fato procedem, e o governo vira e mexe propõe mudanças ao sistema. O atual Ministro de Imigração e Cidadania, Jason Kenney, está colocando na mesa propostas de mudanças significativas no processo federal. Para informação do que está por vir, e também para praticar o seu inglês, vale a pena ouvir a entrevista do Kenney ao programa The Current, da rádio CBC.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Quais os desafios para o imigrante?
Hoje recebi o link para um vídeo de um palestrante sobre os desafios do imigrante no Canadá, que considero um must-see.
Como a palestra dura cerca de uma hora, o vídeo está dividido em 4 partes. Vale a pena investir o tempo em assistir na íntegra.
Se você está pensando em imigrar pra cá, assista o vídeo. Se já veio, assista também.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Paixão por futebol
Como ontem foi a final do campeonato paulista, nós dois nos preparamos pro jogo:
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Estamos vivos!
Muita água rolou desde novembro, data do último post. Como não dá pra falar de tudo o que aconteceu, vamos nos ater ao mais relevante: nosso filhão nasceu! (e já completou 4 meses...)
Creio que dá pra se imaginar a dimensão da mudança que a chegada do primeiro filho traz à vida de um casal... há sempre uma descoberta, uma novidade, uma alegria em cada nova peripécia do pequeno.
No campo profissional, continuo in transition, como se diz por aqui. Nesses meses tenho recebido employment insurance e procurado uma série de ferramentas de job search que vou mencionar aqui em posts futuros. Vejo que o mercado está aquecendo, mas conheci muita gente (nativos mesmo) que estão pastando há tempo para se recolocarem. Espero conseguir um novo emprego logo!
domingo, 28 de novembro de 2010
Unemployed
Apesar dos muitos elogios e uma sincera relação de mútuo respeito e admiração, o fato é que a empresa precisa obter novos e significativos negócios no curto prazo - algo que não fui capaz de fazer acontecer. Em especial pelo tipo do negócio e também pela situação econômica atual isso já é um enorme desafio para qualquer profissional, por mais experiente que seja; imagine então para quem não tem rede de relacionamentos local desenvolvida, nem familiaridade com o mercado e o contexto local (enfim, um recém-chegado imigrante)... a boa notícia é que, se por um bom tempo inspirei meu empregador a apostar em mim apesar de tudo, (sem falsa modéstia) algumas qualidades eu possuo.
Essa é a primeira vez que sou demitido (espero seja também a última!), e é inegável que a sensação é péssima - é um tapa na cara da autoestima. É um tropeço doído esse fracasso, e claro que mexe muito com a gente.
Mas como lamentar não leva a nada, o que resta é aprender com mais essa experiência, entender onde acertei e onde errei, levantar a cabeça e procurar uma nova colocação. Considerando que agora tenho a tal Canadian experience e boas referências por aqui, espero que minha recolocação seja bem menos difícil do que foi conseguir esse emprego.
Resolvi publicar isso aqui no blog porque é parte da história de imigração que estamos escrevendo. É uma jornada que tem seus percalços, é bom que saibam os que pensam em também imigrar.
Além disso, os próximos posts vão conter informações sobre a legislação trabalhista e o suporte ao desempregado conforme o que eu for vivendo, para que possam servir para comparação com a prática no Brasil.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Sobre Gravidez
Estava pensando em escrever sobre o tema, mas desisti quando li esse post da Mariana. Pra variar, mais um excelente post do Lá no Canadá - seria um desperdício repetir tudo o que ela disse.
O que temos pra acrescentar é alegria de estarmos nos aproximando do nascimento do nosso menino, que cresce lindão e saudável na barriga da mamãe!
sábado, 13 de novembro de 2010
Remembrance Day
Como chegamos aqui em Outubro do ano passado, já tínhamos vivido um Remembrance Day. Mas naquela oportunidade tínhamos recém chegado e estávamos envolvidos em mobiliar e equipar o apartamento que tínhamos alugado, um tanto ainda distantes da cultura local. A lembrança marcante foi a quantidade de gente usando o alusivo bottom vermelho naquela semana - demoramos um bocado até entender o que era aquilo.
Nesse ano, mais envolvido na comunidade e já na rotina de trabalho, o Remembrance Day me marcou de forma diferente. Durante o expediente de trabalho, às 11 horas do dia 11/11, o Presidente da empresa pediu a atenção de todos pelo intercomunicador e fez um discurso efusivo e muito emocionante, seguido de dois minutos de silêncio.
Foi muito marcante perceber o valor que os canadenses conferem aos seus militares. Não é uma exaltação de poder bélico ou institucional, mas uma verdadeira gratidão aos homens e mulheres que têm suas vidas em risco em serviço aos interesses da nação.
Nós brasileiros, provavelmente pelas cicatrizes da ditadura, via de regra não temos a mesma admiração pelos nossos militares. É difícil descrever quão diferente é o sentimento das pessoas.
O Canadá se orgulha da tradição de "pacificador" em sua história militar (nunca esteve no centro de nenhum conflito, mas sempre participou ativamente nas Grandes Guerras e conflitos da história contemporânea). Curiosamente, neste momento em que milhões de canadenses rendem homenagens aos seus "fallen soldiers", o governo anunciou planos para estender a permanência das tropas canadenses no Afeganistão para além do fim da missão de combate, previsto para julho de 2011. A serviço da OTAN, o exército canadense deverá permanecer no país para treinar o exército afegão.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O outro lado da moeda: o que esse país tem de ruim?
Acho mesmo que faltava abordar esse tema aqui. Um dos grandes erros que um candidato a imigrante pode (e tende a) cometer é construir uma imagem de que aqui tudo é bom e melhor do que no Brasil, criar uma fantasia que vira paixão e suprime a razão.
A intenção aqui, portanto, não é desencorajar ninguém a perseguir seus sonhos, se viver no Canadá é parte disso. Pelo contrário, esse post é apenas a minha opinião sobre as dificuldades e os problemas que se deve saber que existem.
Eu não vou falar de problemas de nenhuma cidade em específico (como as deficiências to TTC em Toronto), mas de coisas comuns a todo o país.
Os pontos abaixo não estão em nenhuma ordem de relevância, apenas estão na ordem em que me vem à cabeça:
1. Dificuldades para conseguir emprego
Nessa terra em que o que não falta é imigrante, um grande desafio é conseguir um emprego à altura das suas qualificações. Sobram razões para essa dificuldade: falta domínio da língua, falta familiaridade com a cultura, falta network para além da comunidade brasileira, falta experiência no mercado canadense e faltam referências a seu respeito. Muito se fala sobre motoristas de taxi com PhD como exemplo de profissionais qualificados que nunca conseguiram acessar o mercado aqui. Acho que essa é realmente uma dificuldade muito grande, e não está relacionada com nenhuma forma de pre-conceito; basta se colocar no lugar do empregador.
A solução? Muito preparo (mas muito mesmo), reservas financeiras pra queimar enquanto não conseguir se colocar, e uma boa dose de sorte.
Depois de conseguir emprego, o desafio é desempenhar na plenitude do seu potencial.
2. Impostos
A carga tributária aqui é escorchante. Pra quem vem do Brasil e já está acostumado com a extorsão oficial sem receber nada em troca, ri de fratura exposta porque tem acesso a saúde, educação, segurança, etc. Mas assim que passa o encanto inicial e você se acostuma com os serviços públicos (que também têm seus defeitos, diga-se de passagem), você vai morrer de raiva cada vez que receber o holerite ou fizer compras.
3. Atendimento na saúde pública
Não acho que se pode reclamar do atendimento de saúde aqui, considerando que é verdadeiramente para todos - ninguém morre em fila de hospital. Mas é fato que, para o imigrante que vem como skilled worker, via de regra com boa situação financeira no Brasil e usuário de planos de saúde privados, o atendimento está longe do que estávamos acostumados. É comum haver longa espera nos hospitais para quem não está em estado grave, os médicos não são muito bons em te dar feedback após exames, e o acesso a especialistas precisa antes do encaminhamento por um generalista (ou family doctor).
Cabe lembrar também que alguns serviços de saúde não são cobertos pelo sistema público, como dentistas e fisioterapeutas, por exemplo. Sai do bolso e é caro, para aqueles que não tem plano complementar privado (geralmente oferecido pelos bons empregadores).
4. Frio
Aqui é frio. Ponto. É suportável, há toda uma estrutura para lidar com isso (isolamento térmico, aquecimento em todo lugar, caminhos subterrâneos), mas é frio. E aí, meu caro, ou você aprende a gostar do frio e das atividades próprias de inverno, ou vai odiar isso aqui e se confinar em casa.
5. Demasiada concentração de imigrantes
Aquilo que é parte da riqueza cultural do país - sua multiculturalidade - pode também ser algo muito negativo, por vezes. É que em muitas regiões a concentração de uma determinada etnia modifica totalmente o ambiente, com a prevalência dos costumes de origem daquela comunidade. Não é difícil se ver em meio a tantos orientais que parece que você se mudou pra China, e não pro Canadá. Ou tanto turbante que o ocidental é que é o peixe fora d'água. Não que eu nutra preconceitos por qualquer dessas etnias, mas o fato é a carga cultural, os seus hábitos (como higiene) e valores (como o valor da mulher, por exemplo), são diferentes dos nossos e do que você poderia esperar encontrar num país anglo-francófono.
Ademais, num país em que as pessoas respeitam as regras simplesmente porque assim aprenderam, infelizmente quem vem de culturas em que o espertalhão é quem burla tudo e desrespeita todos acaba causando um estrago e tanto.
Vou parando por aqui, não porque este post esteja ficando longo, mas porque nada mais me vem a mente como algo tão negativo que mereça ser mencionado. Bom sinal, não é?
domingo, 24 de outubro de 2010
1 ano de Canadá
Olhando para trás, parece que o tempo voou. Por outro lado, vivemos muitos momentos e mudanças importantes nas nossas vidas.
Muita gente me pergunta se vale a pena imigrar. Não existe resposta certa. Como tudo na vida, há prós e contras, e cada um pode avaliar apenas a sua própria experiência. Quase todo mundo pergunta se voltaríamos para o Brasil, o que também não tem resposta certa. Nesse doze meses, fizemos amigos que voltaram para o Brasil e outros que nem imaginam essa possibilidade. A verdade é que cada um deve buscar sua felicidade como, onde e quando quiser.
Nós estamos muito felizes com tudo que temos vivido. Nos adaptamos rapidamente, fizemos novos amigos, tive uma excelente inserção no mercado de trabalho, conhecemos lugares lindos, e pra completar, estamos grávidos - curtindo muito a espera do nosso primeiro filho!
Até aqui, temos muito a celebrar. Se a intenção primeira da nossa vinda era nos proporcionar novas e intensas experiências de vida, isso não nos faltou nunca. É claro que nem tudo é um mar de rosas, e que há sempre alguns obstáculos e preocupações aqui e ali, que fazem parte da vida.
Tudo visto e revisto, é tempo de celebrar e agradecer por tudo o que vivemos e pelas pessoas que fazem parte das nossas vidas!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Canada's Largest Ribfest
Esse tipo de evento acontece durante o verão em diversas cidades aqui em Ontario, e é basicamente uma competição entre "churrascarias" que servem costelas de porco e são submetidas ao julgamento do público e de um juri. Nós já tínhamos ido a uma Ribfest em Toronto com o Fábio e a Valquíria e o Pedro e a Dani. Fiquei fã!
Montados em parques, esses evento acabam sendo um pouco mais que uma competição gastronômica - tem apresentações musicais, feirinha, playground para a criançada, e farta distribuição de brindes (hoje aqui estão distribuindo até papel higiênico!)
Aí estão algumas fotos desta tarde no Spencer Smith Park, onde está rolando a Ribfest.
Fica o convite: www.canadaslargestribfest.com
O full rack custa $22, e o half rack $13.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Trabalhando...
Amanhã completo 3 meses de trabalho. Nem parece que já faz tudo isso - como o tempo voa!
Até aqui tenho aprendido muito e procurado superar as dificuldades que a língua me impõe. Não que eu considere meu nível de fluência ruim, mas a natureza da minha atividade (business development) e o ambiente em que trabalho (engenharia e manufatura) fazem as coisas um pouco mais difíceis. Não só os muitos jargões e termos técnicos me são desconhecidos, mas também a fluência tem de ser absoluta - afinal de contas vender é diferente de papear...
Felizmente tenho boas razões para comemorar esses três meses. A cada dia me sinto mais a vontade, produzindo mais e começando a dar resultados. Estou começando a criar minha rede de relacionamentos canadense/americana, para além da comunidade brasileira e outros newcomers. Estou feliz com a minha empresa e confiante no meu desempenho.
Bem, é isso... agora vou dormir que amanhã tenho de trabalhar!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
O poder público e a comunidade
Era uma carta do councillor (equivalente a um vereador) da nossa região, informando que há uma proposta de alteração de zoneamento em discussão na prefeitura, para atender a pedido de uma empresa que pretende construir um prédio de 14 andares na nossa vizinhança. Havia mais informações sobre o empreendimento e um mapa da sua exata localização.
O councillor queria dar conhecimento da proposta à vizinhança , ouvir opiniões e informar que uma audiência pública seria realizada para oferecer à empresa a oportunidade de apresentar mais informações, e à comunidade o espaço para manifestar suas objeções ou apoio.
Não há nenhuma questão ambiental que gere polêmica. Nada de anormal. Apenas a percepção de que evidentemente um prédio de 118 unidades onde havia um punhado de casas vai causar algumas alterações na vizinhança - trânsito, demanda por serviços públicos, etc.
Fiquei muito feliz com a carta. Não pelo empreendimento, mas pela atitude do councillor, homem público eleito para atender aos interesses da comunidade. Como aqui a eleição é distrital, esse councillor é o representante do nosso bairro. Como tal, ele está fazendo o que se espera dele - aproximando a comunidade das discussões que afetam as vidas de quem vive aqui.
Uma semana depois, recebemos outra carta, desta vez do planner (o técnico responsável pelo planejamento urbano na prefeitura), informando sobre tal projeto com muito maior riqueza de detalhes. Convidava-nos a apresentar nossos comentários, manifestar opinião, pois esses inputs influenciarão o final report com as recomendações dele quanto à aprovação da proposta.
Hoje chegou uma nova carta, novamente do councillor. Informa a data e local da audiência pública.
É muito bom perceber que o poder público está próximo e a serviço das pessoas. É esse tipo de atitude que alimenta a sensação de efetiva cidadania por aqui.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
SR&ED Tax Credit
Nesta semana estive num evento da Niagara Industrial Association, e lá fiquei sabendo da existência de um programa de tax credit chamado Scientific Research and Experimental Development, ou SR&ED (é impressionante o quanto gostam de siglas neste país...)
Trata-se de um programa de crédito fiscal para incentivar a pesquisa científica e o desenvolvimento de tecnologia. A idéia é bastante simples: o governo retorna para as empresas, mediante o atendimento de determinados critérios, uma boa parte das suas despesas (ou investimentos) em pesquisa e desenvolvimento. Em Ontario, esse crédito pode chegar a pouco mais de 41%. Ou seja, a empresa gasta $100k no ano, recebe de volta $41k.
O principal critério de elegibilidade é a caracterização da ciência aplicada - método investigativo, fatores desconhecidos, experimento, inovação... mesmo que a experiência não resulte em sucesso, ainda assim a empresa recebe o retorno fiscal. Afinal, a intenção é incentivar a ousadia, a tentativa, a pesquisa. E insucessos fazem parte do processo...
No ano de 2009, o governo concedeu mais de $7 bilhões em créditos fiscais de SR&ED, uma cifra nada desprezível. Há um forte incentivo governamental para que as empresas apliquem para o programa, pois a percepção do governo é que para cada $1 concedido geram-se $1,50 para a economia, em empregos, maiores salários, novos produtos e tecnologia, patentes, etc.
sábado, 15 de maio de 2010
Compartilhando informação pro pessoal de IT
Reproduzo aqui do jeito que recebi, a quem possa interessar:
Caso você conheca algum amigo brasileiro que seja profissional de informática (Tecnologia da Informação – TI) e que seja recém-chegado ou que esteja vindo morar na Regiao Metropolitana de Toronto (GTA), queira informar que o Conselho de Informática do Canadá (Information and Communications Technology Council – ICTC) está oferecendo naquela Região um programa intensivo de seis semanas que visa a preparar e a integrar profissionais estrangeiros em TI recém-chegados ao Canadá para o mercado de trabalho no país. O programa chama-se “IWES” e ele ainda oferece em sua fase final uma oportunidade de estágio em empresas de TI e possível encaminhamento para trabalho.
Para mais informacoes sobre o IWES, queira acessar o seguinte link: http://www.ictc-
Recentemente a equipe da Radio Canada Internacional – Edição em Português (Brasil) entrevistou um dos brasileiros participantes da turmal atual do IWES. O nome dele é Claudio Shimabukuro, oriundo de São Paulo, onde ele foi entrevistado no Programa da Gilda Salomone. Trata-se da primeira notícia apresentada por ela em seu programa semanal na RCI. Os links para escutar o programa estão abaixo:
http://www.rcinet.
http://www.rcinet.
Vejam outros programas gratuitos e online visando a preparação e a melhor integração de profissionais estrangeiros qualificados em TI e recém chegados ao Canadá (ou mesmo aqueles que estão por vir) por meio dos seguintes links:
01 –
02 – Workshops Online – From Immigration to Integration http://www.ictc-
03 – IEP Tech Network http://www.ictc-
domingo, 9 de maio de 2010
We're pregnant!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Burlington
Ontem e hoje o tempo esteve maravilhoso, e tiramos algum tempo para passear pela cidade. Valeu a pena!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
6 meses de Canadá!
Felizmente temos muito o que comemorar: fizemos novos amigos, aprendemos muitas coisas novas, o inglês da Fabiana melhora a cada dia, e eu consegui um excelente emprego; as perspectivas são maravilhosas.
Estou prestes a começar a trabalhar e já conseguimos um novo apartamento em Burlington, nossa nova casa. Pra completar, compramos hoje nosso primeiro carro aqui.
Há um mês atrás estava começando a me preocupar com a demora para as coisas "acontecerem" para nós. Hoje vemos que tudo está a seu tempo, do jeito que tem de ser. Basta ter perseverança e fé. E aproveitar cada momento!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Vamos pra Burlington!
Desde que recebi a job offer, temos gasto bastante tempo em encontrar uma nova morada - pesquisar e decidir por uma das cidades da região, e encontrar um apartamento bacana.
Um das preocupações com a escolha do novo lar é o acesso a aulas de inglês para a Fabiana, já que a oferta de LINC/ESL não é tão farta fora das grandes cidades. Em Grimsby, por exemplo, não tem escola de inglês pra ela.
Outra preocupação é com relação a transporte público, que certamente nem se compara ao de Toronto, por mais críticas que haja ao TTC. Descobrimos algo muito interessante: tanto em Hamilton quanto em Burlington, caso você more em um local distante das linhas de ônibus, você pode tomar um taxi para te levar até o ponto mais próximo, ao custo de $0,50 (subsidiado pelo município). Nunca imaginei que pudesse haver algo assim...
Depois de visitar as cidades da região, acabamos optando por morar em Burlington. É uma cidade encantadora, a 62 Km de Toronto, com uma população de 170 mil habitantes. De GO Train chega-se à Union Station em downtown Toronto em menos de uma hora, e de carro chegarei à empresa em 20 minutos.
Burlington e Oakville são conhecidas como cidades de alto custo de imóveis, e isso é uma verdade para quem vai comprar uma casa. Para aluguel de apartamentos, entretanto, tivemos uma agradável surpresa. Vamos pagar por um apartamento grande, de dois quartos, e a duas quadras do lago, o mesmo que pagamos aqui em Toronto por um apartamento de um quarto. É verdade que aqui temos a conveniência do acesso indoor ao metrô e shopping mall, mas ainda assim o custo de aluguel lá nos parece bem atraente.
A cidade em si é muito bacana, com ares de interior mas infra-estrutura bem razoável. Como o custo de imóveis é mais caro, naturalmente o nível de renda da população é mais alto, e muitas casas à beira do lago são um espetáculo à parte.
Vejamos, então, como é viver em Burlington!